domingo, 5 de junho de 2011

a sua ausência foi uma escola aonde eu aprendi que posso qualquer coisa menos ser feliz (♪)


Apesar de todas as brigas, de todos os xingamentos, de um atormenta o outro, de todas as folgas, de todas as encrencas, de todos os " Eu te odeio" nada se compara os momentos raros que agente se dava bem, dos abraços apertados, da preocupação quando me machucava, das brincadeiras sem graças que só agente entendia, do jeito que um percebia que o outro não estava bem, do jeito que pegava na minha mão pra dizer que você estava comigo pra tudo, da mania que eu tinha logo quando eu acordava de ir para o seu quarto para vê se já estava acordado e se não estivesse na cama dormindo, ou sentado tocando o seu violão eu já morria de preocupação queria sabe aonde estava. Sinto falta de quando me pegava no colo e me rodava, do jeito que dizia que me amava, dos seus pequenos gestos, da maneira que me defendia do mundo, do jeito que eu te irritava e você logo saia correndo atrás de mim por te irrita tanto. Engraçado o jeito que agente se entre olhava quando achávamos uma amiga da mamãe chata ou muito pirua ou quando a mãe pegava agente no quarto rindo e falando coisas nada a vê com a realidade. Só agente mesmo se entendia... Quando ficava doente eu ficava também e vice-versa. Eramos tão unidos que quando tive a desastrosa noticia que morreu, quase morri junto, só deus sabe o que eu senti naquele dia!
"Tive que ti perde, tive que fica só pra pode entende que sem vc tá bem pior (
)

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