sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Cala a boca , eu não aguento mais escuta você dizendo babogeiras que está arrependida ou que sempre se importo comigo, que me ama e que nunca falo nada de mim pelas costas, sendo que não foi só uma pessoa que me conto as coisas que você falava e olha que são pessoas que nada contra você tem, você é muito fingida se fazendo de sofrida e vitima , presta atenção né, olha as coisas que você causo, você dizia absurdos pelas minhas costas mas na minha frente dizia ser a minha melhor amiga, eu tenho nojo de você e da sua falsidade.
Você é doente guria, eu nunca imaginei que você seria capaz das coisas que fez e olha que já tinham me avisado dessa sua capacidade, você precisa ser internada...
Eu tenho tanto ódio de você, da sua cara que você nem imagina... Eu to nem ai para a sua importância comigo, a unica pessoa que eu me preocupo é com a sua mãe , por ela sim é uma pessoa maravilhosa e não tem culpa da filha que tem...
Só tenho pena de como tudo acabo, você podia ter feito diferente , podia ter sido mais honesta...

"Eu sabia que esse dia ia chegar
Eu tô rindo sem saber o que falar
Suas palavras já não fazem disparar meu coração
O que aconteceu?
Eu já nem sei se dou risada ou sinto dó
Antigamente minha garganta dava um nó
Cada segundo só me prova que acabou
Me diz então, o que aconteceu?
Eu mudei,
Eu cresci
Finalmente aprendi,
Que entre nós não tem mais nada a ver
E o que a gente faz, se nem raiva eu sinto mais?
Acho que eu posso te dizer,
Desculpa eu cansei de você."

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Em uma cidade bem longe daqui uma nova historia de amor começa a dar passos positivos, duas pessoas de vidas, manias e jeitos super diferente iriam começa uma grande historia de amor.
Numa manhã de sexta- feira o circo chegava na cidade, anunciando o seu espetáculo, todos na rua com os olhos brilhando como de uma criança por um doce admiravam todas as bailarinas, trapezistas, o grande magico e sua assistente, a deslumbrante encantadora de cobras e os palhaços. Três amigas que passavam pelo local , ficaram maravilhadas  e repetiam toda hora que estavam loucas para ir ao circo, mas no meio de tanto sorriso e impaciência uma delas se perdeu no sorriso de um palhaço, que aparentava ser o mais novo do grupo, logo ele reparou que alguém lhe vigiava, e percebeu que a linda menina dos cabelos longos e rosto suave lhe olhava fixamente, então ele começou a observa-la também.Quando a linda menina percebeu baixou a cabeça com um sorriso sem graça, então o palhaço se aproximou das três meninas convidando as três para ir ao circo , mais o seu olhar era diretamente para a linda garota, logo depois ele se afastou. As outras duas amigas perceberam a troca de olhares dos dois e logo começaram a brincar.
Na noite seguinte as três se aprontaram e foram ao circo, compraram pipoca e logo se ajeitaram em um lugar , quando o espetáculo começou os olhos impacientes da menina procurava aquele palhaço, e quando ele entrou a primeira coisa que fez foi olhar para a plateia a procura da tal garota. Quando o espetáculo acabou, todos indo embora a garota fala que vai fica mais um pouco, logo as duas sacam o que a via. Então a garota parada em frente a circo começava a se pergunta o por que dela está ali parada que nem uma boba, quando ela ia embora escuto um assovio, quando ela olhou se deparou com um garoto lindo e mas que depressa ela perguntou quem ele era, então ele a baixou a cabeça , solto um sorriso e colocou um nariz vermelho dizendo: "Advinha!" e como magica lhe deu uma flor , ela toda tímida agradeceu e disse: "Eu não sei por que, mas quando te vi pela primeira vez meu coração acelerou e senti algo totalmente diferente e..." antes que ela terminasse de responde ele a beijou e logo depois disse: " não precisa explicar o que é amor, pois esses mesmos sintomas também me afetaram quando eu te vi" 

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Hoje eu acordei bem melhor, sem triste e nem sofrimento, acordei com um sorriso no rosto com o meu jeito atrapalhado, me sentia disposta, me senti realmente feliz, como eu não me sentia a mês. É incrível isso, mas eu já não tava aguentando mais fica daquele jeito gótico e depressivo , isso já estava virando uma péssima rotina, mas como minha mãe sempre me disse "nenhuma tristeza é sempre"...
Acordei com vontade de grita, abraça, e zooooa muuuuuuuuuuuuuuuito ! KKKKKKKKKKK
E posso dizer, que do jeito que estou nada e nem ninguém vai mudar, por que algo mais forte despertou em mim, essa tal felicidade veio com uma força total e bem diferente. Passei a me contentar com pouco que tenho...

quinta-feira, 26 de julho de 2012


E são tantos pensamentos estranhos, tantas vontades que se misturam e se confundem. Eu não sei mais o que quero há muito tempo. Eu já não sei mais nem o que faço há muito tempo. Na minha vida hoje, as coisas simplesmente acontecem sem que eu tenha muito controle sobre elas e eu só sigo o fluxo, mesmo que isso me leve a coisas que eu nunca quis. E assim, seguindo o fluxo eu acabo me achando em situações completamente sem sentido das quais eu não sei como sair.
Acho que eu poderia resumir os últimos 5 ou 6 anos da minha vida mais ou menos assim: eu me apaixonei por um cara, fiquei um ano com ele, foi bom, eu cresci, mas hoje me arrependo, ele me deu um pé na bunda, eu fiquei com outro cara que era meu amigo e hoje é apenas um estranho, aí eu fiquei com outro cara, depois eu fiquei com outro cara e me apaixonei por ele, mas não deu certo, eu fiquei com outros caras sem importância, eu me apaixonei pela ideia de me apaixonar por outro cara, quebrei a cara, me aproximei de um outro cara pra dar o troco nesse que me fez quebrar a cara, me apaixonei por ele, fiquei com ele, quebrei a cara, fiquei com ele de novo, continuei apaixonada, quebrei a cara, e agora estou aqui, sozinha, sem entender direito como e porque tudo isso aconteceu. Paro pra pensar e me dou conta de que quase nada do que aconteceu teve sentido, que quase nada valeu a pena e que no meio disso eu encontrei e perdi o único que poderia ter sido alguma coisa, o único que seria capaz de mudar o fim da minha história. Mas eu tava tão fodida que só queria me manter em movimento pra não ter que olhar pro quão fodida eu tava e agora é tarde de mais, pra mim e pra ele.

Era pra ser apenas mais uma madrugada insone, que deveria se arrastar até o sol nascer trazendo consigo um novo dia que deveria ser exatamente igual ao anterior e depois mais uma madrugada e assim sucessivamente, até um ponto que eu não posso definir, onde o ciclo se encerra. Mas acabei por dedicar-me a arte do pensamento e me vi entrando por caminhos desconhecidos, repletos de idéias desconexas, mas que, apesar disso, formaram uma teia de coisas que fazem muito sentido. A vida tem dessas coisas, às vezes aquilo que menos parece fazer sentido é o que mais faz, às vezes é o contrário. São essas contradições que dão cor ao mundo e fazem as coisas mais bonitas. Enfim, como ia dizendo, me embrenhei nos caminhos do pensamento, discorrendo cá com meus botões sobre verdades latentes, relativas ao ser humano. E no meio dessa confusão de idéias e reflexões me peguei analisando o amor. É um clichê sem comparações analisar o amor, mas o amor nada mais é que um grande clichê, então eu segui em frente e conclusão de todo esse exercício de pensar, ponderar e analisar foi que o amor é uma merda. Menotti del Picchia estava certo, “não amar é sofrer, amar é sofrer mais”, logo, não há escapatória. Diante disso, eu tracei um paralelo entre a vida e o amor que me parece bastante pertinente já que a vida também é uma merda, mas mesmo assim nós vivemos. Alguns dias são melhores, outros são piores, mas no fim das contas nada disso importa. O que importa é suportar o que vier até que chegue o fim – que talvez seja apenas um começo – suportar sim, porque o caminho nunca é fácil e o final só é feliz se você parar a história antes do fim. Assim, considerando todas as intempéries, é natural que acabemos nos sabotando e buscando diversos caminhos autodestrutivos e é aí que entra o amor, pois o amor é o mais nocivo dentre todos os comportamentos autodestrutivos que alguém pode ter. Indo mais além, a vida em si é autodestrutiva, uma vez que todos caminhamos para a morte certa. E aí está mais uma semelhança que aproxima mais ainda as duas coisas.
Tudo isso parece muito confuso, mas é simples se você dedicar algum tempo a analise e compreensão do mundo ao seu redor. Ou não, porque na verdade tudo é muito confuso, principalmente porque as pessoas se preocupam muito em explicar o que acontece, sem antes procurar entender. Somos todos especialistas em falar sem saber de coisa nenhuma. Eu mesma, na maior parte do tempo, não faço ideia do que estou falando. Ser o gênio por trás de uma teoria revolucionária é o sonho de todo ser humano e não deixa de ser um sonho inteligente. Todas as teorias revolucionarias que tivemos até o tempo presente não passam de obviedades ditas como se fossem fruto de uma grande reflexão. Cada vez mais eu me convenço de que as coisas simplesmente são, de que tudo no mundo é independente e auto-suficiente e que nós só inventamos Deus e as ciências para podermos criar grandes explicações e nos sentirmos mais no controle da vida. Isso é curioso, porque toda vez que julgamos ter tomado definitivamente as rédeas a vida vem e nos dá uma rasteira seguida de um sorriso zombeteiro que nos lembra que nós só controlamos até onde ela nos permite, mas a brincadeira acaba na hora que ela decide e nessa hora o fim é definitivo. Essa, aliás, é uma palavra de significado forte que geralmente é mal empregada. Será que algo é assim tão definitivo a ponto de ser julgado… definitivo?! É assim também com o infinito. Será que existe algo não eterno, inacabável, que seja infinito? Só sabemos se algo é de fato definitivo quando isso muda e quando muda, imediatamente deixa de ser definitivo, interessante, não?!
A graça de se dedicar a refletir sobre a metafísica é que um assunto leva a outro e os dois juntos não levam a lugar nenhum. E aí, novamente, pode-se se traçar um paralelo com a vida onde uma coisa leva a outra e no fim não chegamos a lugar nenhum ou a um lugar comum, mas isso só sabe quem chega lá. Eu gostaria de saber antes. Na verdade, em vários momentos me pego pensando sobre isso. O que será que vem depois que todos os depois já vieram? É intrigante. Algumas pessoas chegam a pensar que compreender a morte é o segredo para entender a vida. Eu, particularmente, não consigo ver relação entre as duas coisas, mas o pensamento é livre. De qualquer forma, é engraçado que a nossa única certeza na vida seja o motivo das nossas maiores dúvidas. Algumas pessoas passam a vida tentando descobrir as respostas, seja através da ciência, da religião ou de qualquer outra crença que tenham, e no final se dão conta de que descobririam de qualquer jeito, mesmo que dedicasse a vida ao ócio. Outras pessoas fecham os olhos para as dúvidas e quando chega a hora de descobrir ficam com tanto medo que acabam por não enxergar nada. Há também aqueles que passam a vida tentando fazer tudo certo, seguindo a cartilha de quem lhe parecer mais sincero ou verdadeiro e esperando que no final haja algum tipo de recompensa. Estão todos errados. Assim como está errado aquele que não segue nenhum deles e se dedica apenas a viver. Estão todos errados porque não existe um jeito certo de viver, não existe fórmula, nem mágica e nem perfeição. Tudo é do jeito que é, porque é e ponto e pensar assim não é conformismo, é realismo e aceitação.
Essa era uma ideia pra um livro ou algo nesse sentido que acabou se perdendo. Encontrei por acaso ontem enquanto revirava os arquivos antigos do note. Talvez eu retome essa ideia, talvez não. Enfim..

sexta-feira, 20 de julho de 2012


Esse é um daqueles momentos estranhos da vida. Me sinto vazia, embora aqui dentro estejam acontecendo mil coisas ao mesmo tempo. É hora de parar e corrigir o rumo, antes que o caminho ser perca no horizonte. Mas é tudo muito complexo, é preciso pensar e planejar cada segundo, tudo que eu odeio fazer. Provavelmente vou acabar mandando tudo pra puta que pariu na última hora, num impulso causado pelo medo de não achar felicidade no fim do caminho. Porém, quando se chega nos 20 anos a gente tem que, pelo menos, fingir que pensa e planeja antes de agir. Eu só queria que as mudanças fossem mais simples, que fosse mais fácil corrigir a rota. Queria não sentir como se eu estivesse a 200 km/h e tivesse apenas um milésimo de segundo pra virar a direção antes de despencar no precipício. Enfim, a vida anda difícil, embora, pela primeira vez na vida, eu saiba o que quero fazer, onde quero chegar. É claro que isso pode mudar semana que vem, mas agora eu sei e estou ajeitando a vida pra fazer isso acontecer and it feels so good. Mas ao mesmo tempo é difícil, provavelmente porque a felicidade me assusta muita mais do que a falta dela.
Anyway, é um período de transição. Refletir pouco e escrever menos ainda porque se pensar demais eu cago tudo. É o momento de não falar, nem ouvir, apenas sentir a verdade latente que grita sem que se perceba. Seguir o impulso mais planejado da vida. Despir-se de todos os medos. Não há tempo para pensar duas vezes. “Se está chegando o fim da linha, tá na hora de saltar..”* Então, não se surpreendam se em um ano tudo estiver completamente diferente. E também não acreditem se estiver. A essência sempre permanece intacta, isso é o que nos faz imperfeitos. E isso é a tragédia e a beleza da vida.

Ela era estranha. Não pensava como os outros, não se comp0rtava como os outros, não amava como os outros. Ela nunca foi a que grita, a que faz escândalo, a que se anuncia. Ela era aquela verdade latente, a ameaça velada de uma bomba pronta para explodir. Todo mundo via, todo mundo sabia, mas ninguém falava. Ela era ela. Não havia outra igual, nunca. Ninguém sabia como era por dentro e poucos entendiam o que viam pro fora, mas ainda assim, ela atraía a todos que se aproximavam.

Ela sofreu, porque, apesar de encantadas, as pessoas tinham medo e só se aproximavam sem abrir mão daquela distância segura. Ela sofreu, porque o mundo não está preparado para receber as pessoas que são, só as que fingem ser. E ela foi! Foi tanto e tão forte que doía olhar. Ela não viveu, ela foi a vida. Fez tudo que queria fazer, tudo que não podia, tudo que não deveria.

Muitos julgaram, muitos criticaram, ninguém entendeu. No fundo ela era apenas uma menina que não sabia direito o que queria, que tinha medo e que camuflou tudo isso se escondendo atrás de uma máscara e acabou só, porque todo mundo tinha medo da máscara. Ela se foi, deixou de existir, acabou. Escreveu com lágrimas o seu ponto final. Sozinha no mundo que ela mesma criou. Com medo e com frio, buscando encontrar um lugar seu onde quer que fosse.





“Mas se eu pensar que em tudo há algo de perfeito e assim voar pra onde o ar é rarefeito, eu vou chegar em um lugar só meu.
Lá pode ter um novo amor pra eu viver, quem sabe uma nova dor pra eu sentir.
A droga certa pra fazer de esquecer e apagar a tua marca de mim…”