Ela era estranha. Não pensava como os outros, não se comp0rtava como os outros, não amava como os outros. Ela nunca foi a que grita, a que faz escândalo, a que se anuncia. Ela era aquela verdade latente, a ameaça velada de uma bomba pronta para explodir. Todo mundo via, todo mundo sabia, mas ninguém falava. Ela era ela. Não havia outra igual, nunca. Ninguém sabia como era por dentro e poucos entendiam o que viam pro fora, mas ainda assim, ela atraía a todos que se aproximavam.
Ela sofreu, porque, apesar de encantadas, as pessoas tinham medo e só se aproximavam sem abrir mão daquela distância segura. Ela sofreu, porque o mundo não está preparado para receber as pessoas que são, só as que fingem ser. E ela foi! Foi tanto e tão forte que doía olhar. Ela não viveu, ela foi a vida. Fez tudo que queria fazer, tudo que não podia, tudo que não deveria.
Muitos julgaram, muitos criticaram, ninguém entendeu. No fundo ela era apenas uma menina que não sabia direito o que queria, que tinha medo e que camuflou tudo isso se escondendo atrás de uma máscara e acabou só, porque todo mundo tinha medo da máscara. Ela se foi, deixou de existir, acabou. Escreveu com lágrimas o seu ponto final. Sozinha no mundo que ela mesma criou. Com medo e com frio, buscando encontrar um lugar seu onde quer que fosse.
“Mas se eu pensar que em tudo há algo de perfeito e assim voar pra onde o ar é rarefeito, eu vou chegar em um lugar só meu.
Lá pode ter um novo amor pra eu viver, quem sabe uma nova dor pra eu sentir.
A droga certa pra fazer de esquecer e apagar a tua marca de mim…”
Ela sofreu, porque, apesar de encantadas, as pessoas tinham medo e só se aproximavam sem abrir mão daquela distância segura. Ela sofreu, porque o mundo não está preparado para receber as pessoas que são, só as que fingem ser. E ela foi! Foi tanto e tão forte que doía olhar. Ela não viveu, ela foi a vida. Fez tudo que queria fazer, tudo que não podia, tudo que não deveria.
Muitos julgaram, muitos criticaram, ninguém entendeu. No fundo ela era apenas uma menina que não sabia direito o que queria, que tinha medo e que camuflou tudo isso se escondendo atrás de uma máscara e acabou só, porque todo mundo tinha medo da máscara. Ela se foi, deixou de existir, acabou. Escreveu com lágrimas o seu ponto final. Sozinha no mundo que ela mesma criou. Com medo e com frio, buscando encontrar um lugar seu onde quer que fosse.
“Mas se eu pensar que em tudo há algo de perfeito e assim voar pra onde o ar é rarefeito, eu vou chegar em um lugar só meu.
Lá pode ter um novo amor pra eu viver, quem sabe uma nova dor pra eu sentir.
A droga certa pra fazer de esquecer e apagar a tua marca de mim…”

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