quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Quando alguém é meu amigo eu faço o impossível para ver a pessoa bem. Se eu gosto tomo as dores, embarco em indiadas, dou um jeito de fazer com que tudo fique numa boa, nem que seja ouvindo e dando o ombro. Mas, por favor, nunca minta para mim. Quem mente perde completamente a minha confiança. Procuro ser uma pessoa justa. E, confesso, meu lado bonzinho fica encostado no lado babaca. Em outras palavras: às vezes sou burra ao invés de boa. Se tem uma coisa que detesto é me sentir enrolada. Me preocupo a fundo com os outros, por isso não curto pequenas mentiras e desonestidade (…) Não sei fingir. Abraço minhas vontades, mesmo que a minha cara fique roxa de tanto apanhar. Cumpro minhas promessas, mesmo que me doa. Não brinco com os outros para me distrair, tampouco dou uma de boa samaritana para depois me esconder atrás da moita. Isso não. Por isso, digo e repito: gosto de gente de verdade. Se você é assim, por favor, senta aqui e vamos tomar uma birita.”

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011


Mais um ano chegando ao fim e você fez o que para ele valer a pena? Não adianta ficar sentada vendo a vida passar, esperando por algum milagre que faça surgirem coisas boas. Você tem que ir a luta e correr atrás dos seus sonhos. Estabeleça metas e não desista até cumpri-las! E é claro que você vai passar por dificuldades, todos passam para chegar ao lugar desejado. Haverá decepções, brigas, amizades falsas, pessoas interesseiras, coração partido, mágoas… Mas nada que você não consiga suportar. Acredite, Deus coloca obstáculos na nossa vida sabendo que nós somos capazes de passar por eles. Não desista na primeira dificuldade, seja persistente. Tenha foco. Seja humilde na dose certa. Seja você mesma e dê o seu melhor sempre. E sou capaz de apostar com você, que se você quiser algo e ir atrás com determinação, você vai conseguir.

sábado, 17 de dezembro de 2011


Minha vida é um livro. Com páginas rabiscadas, outras porém sublinhadas com um marca - texto florescente. Tem letras miúdas, como também letras enormes. Nomes, vários nomes. Alguns se repetem, outros nem são lembrados. Há quem diga que tenha capítulos rasgados, há também em brancos. Alguns deixo escreverem por mim, outros só eu mesma posso transcrever. É contido por ilustrações, tanto com semplante alegre quanto aquele triste, acanhado. Existe erros, ah, vários erros. Quase todos com um concerto no final. Tem dedicadoria, onde eu homenageio e se faz de mim homenageado. Alguns são transmetido com caneta azul, outros um lápis e uma borracha servem. É um livro, um humilde-sujo-tenebroso livro. Onde a literatura me conta, e eu conto para a a literatura, como é bela e complicada a vida. A minha vida.

Sinto como se algo estivesse entalado na minha garganta, sabe como é? Estou com vontade de desabafar, de jogar todas essas angústias fora, mas parece que não dá, não quer sair ou talvez eu não sei por onde começar. […] Eu estava até me sentindo bem esses dias… feliz, como eu não me sentia a tempos. Mas o bendito passado vem me assombrar todos os dias, e não é sempre que eu consigo ignorá-lo e tentar colocar na minha cabeça que tudo ficou para trás. Ás vezes me deixo abater como agora. Me sinto um lixo e fico parada olhando para o nada lembrando de como eu fui idiota. […] “A corda arrebenta sempre do lado mais fraco”, eu sei, mas eu cansei de ser esse “lado mais fraco” e ver os outros se dando bem mesmo depois de me fazerem tanto mal. (

Preciso levantar a cabeça, eu sei. Mas ás vezes as feridas se tornam tão recentes. Parece que foi ontem que meu mundo desabou. Parece que foi ontem que eu levei uma facada pelas costas, de pessoas que me decepcionaram mais do que ninguém. Parece que tudo insiste voltar para me mostrar o tanto que eu fui idiota, burra, ingênua. O negócio é o seguinte: Você nunca vai se decepcionar com pessoas que você não se importa! A decepção sempre vai vir de pessoas que estão do seu lado, então ficar “com o pé atras” com todo mundo pode ser uma solução. Mas… Eu tenho é que parar de ficar olhando para trás! Mas é inevitável. Parece que as pessoas que me machucaram vem bater na minha porta só para dizer: “Já que você está esquecendo o que aconteceu, estou aqui para te torturar fazendo você se lembrar de como você foi trouxa e de como foi divertido brincar com seus sentimentos”. Doi sabe? Doi como uma ferida aberta que não importa quantos remédios, curativos você coloca, ela dá um jeito de não cicatrizar!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011


Porque a vida segue. Mas o que foi bonito fica com toda a força. Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga. E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade. Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer a tona, o que o coração vive tentando deixar pra trás. Então eu pego o passado, e transformo em poesia-ou-coisa-assim.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

as coisas mudam ...


“Um dia eu conheci uma garota. Ela era triste. Fraca. Sozinha. Mas seus olhos eram lindos. Tinham um brilho diferente de qualquer outro… Um dia essa garota se mostrou machucada. Segurava seu coração estraçalhado em mãos, como se a dor já não coubesse mais no peito. Ela mirou seus olhos em mim e sussurrou algumas palavras. Palavras de choro misturadas com um pouco de esperança. De saudade. De nostalgia. Morfina. Acho que estava mais pra um emaranhado de letras; todas juntas, bagunçadas e perdidas. “Tá vendo isso aqui? Não me serve mais.” Apontou para o coração. Uma lágrima solitária fugiu de seus olhos. Tão sozinha quanto ela. Sorriu de lado e abaixou a cabeça; quando voltou a me fitar, o olhar já não brilhava mais. Aquela beleza havia ido embora, que nem maré. Vem em noites de lua cheia e depois já nem liga mais. Some de uma hora pra outra. E assim aconteceu. “Eu quero a minha lua cheia… Eu quero motivos, razões”. Ela queria algo que já não tinha mais. Queria amor. Queria tardes ensolaradas e noites de sexta-feira chuvosas. Queria só estampar um sorriso no rosto. Verdadeiro dessa vez. […] Nesse dia, essa mesma garota mudou. Colheu os restos do que chamava de coração e congelou de vez. Fria. Egoísta. Imprudente. Ela já não era mais a mesma. E se quer saber, às vezes eu sinto saudade de seus olhos brilhantes. Às vezes eu bem queria voltar atrás só pra ser capaz de vê-los novamente. Saudade do que ela era. Do que eu era. Saudade dos meus olhos… Do meu coração.”

As ultimas palavras que eu ainda gravo !


" Hoje a guria mais liiinda desse mundo completa 6 anos, e nossa como eu to ficando velho.
Mas isso não importa, o que importa é que a criança que parecia que não ia vinga nos seus primeiros dias
está aqui na minha frente e hoje completa mais uma etapa da sua vida.
Vou te confessa uma coisa, quando mamãe disse que estava gravida de uma menina, fiquei muito feliz, pois seria a minha protegida, aquela que eu ia cuida o tempo todo, e não deixaria que nada acontecesse e pretendo continua assim, não me importa quantos anos tenha 15, 20 ou mais, pra mim será sempre a minha pequena!
Te amo e continuarei te amando amanhã cedo !"
                                                                                                                           ( Luis Fernando Maciel de Moraes)
Como o tempo passa rápido né?! parecia que era ontem que agente estava se conhecendo, mas por incrivél que pareça já se passaram 2 anos, os quais foram suficientes para que nos tornássemos mulheres amadurecidas...
 Passamos por tudo, brigas, choros, desilusões, desentendimentos, acabamos e começamos relacionamentos e a vida só nós fazia aprende mais e mais coisas quando percebemos a nossa vida mudo, parecíamos mas unidas seilá... Mas quando a vida nos deu a chance de nos conhecermos melhor ela teve que ir embora, e confesso nunca imaginei que ficaria tão mal assim. Já faz 3 dias que ela saiu da cidade, e está sendo muito dificil ter que me acostuma que não a verei tão cedo ...
 A guria que nunca escondeu o que achava ou pensava, aquela que muitas vezes me ajudo em momentos dificilíssimo  até quando eu desmaiei e cai que nem uma porca no chão kkkkk...
 Vou sentir muuita falta dessa guria, nunca esquecerei a pessoa maravilhosa que ela é.

“E ultimamente eu ando tão assim… Estranha. Tô perdida por aí. Ninguém consegue me achar, ninguém consegue ao menos chegar perto de mim. Estou sentindo falta de mim. Muita falta. Queria muito saber o que houve comigo, e aonde realmente fui parar. Que lugar é esse? Que pessoas são essas? Tá tudo tão diferente. Anormal. Louco. Estranho, como eu. Sem amor, sem paz, sem honestidade. Um lugar tão obscuro, tão inexplicável e tão medonho. Isso aqui tá precisando de uma dose de amor uma dose, apenas? isso aqui tá precisando de um caixa de amor, menina. E de muita coisa… Uma caixa de sentimentos cairia muito bem. Mas, cadê aquela garotinha? Aquela pequena garotinha, aquela lá… Cheia de jeitinhos, modos e gracinhas. Sabe? Aquela que geralmente chamara de “eu”, cadê ela? Aquietou no seu próprio canto. Se fechou, pra tudo e todos. Inventou o seu próprio mundo, aonde não há hipocrisia, onde há sentimentos verdadeiros, onde há sorrisos, onde há sinceridade. O mundo onde não havia ninguém, além de si mesma.”

domingo, 11 de dezembro de 2011


Vai lá menina, diz que é forte, mostra que é forte, mente que é forte, acredita que é forte. Vai lá pequena, coloque um sorriso no rosto, mostra pra eles pequena, mostra que eles não precisam saber que você passou a noite chorando. Eles não precisam. Só você precisa. Vai pequena, enfrenta todo mundo, haja com naturalidade, finge que é fácil, você sabe fazer isso, sempre fez. Enfrentou eles? Mostrou o que queria? Fingiu bastante? Fez eles acreditarem? Enfrentou. Mostrou. Fingiu. Acreditaram. Agora vai, você está sozinha agora, não precisa mais fingir, não precisa mais mostrar, a peça de teatro acabou, já pode tirar sua máscara e fechar as cortinas. Já pode se trancar no banheiro e chorar pequena, já pode desabafar pequena, vai, desabafa com a lâmina pequena, manda ver, ela vai tirar sua dor, você sabe como funciona, se ainda não esta pronta não vai fundo, mas se já estiver, pode ir. Vai pequena, a decisão é sua, você pode cair no chão ou não. Pode ser o fim, ou apenas o começo.

Eu odeio quando você sorri, o seu sorriso tira meu ar. Eu odeio quando você olha para mim, eu sinto que consegue ver tudo que eu tento esconder. Eu odeio quando você segura minha mão, até o seu mínino toque me faz arreíar. Eu Odeio quando eu digo que vou embora e você vai atrás de mim ou me segura, me sinto importante para você. Eu odeio quando você diz que me ama, isso só afirma o quanto eu preciso ouvir isso.. Apesar de odiar, não se atreva a parar de fazer isso NUNCA, tá?
Junto as letras...
Eu amo você, diz que me ama, eu preciso ouvir isso.


“Eu, como boa romântica, sempre acreditei que o coração explica tudo aquilo que a gente não sabe direito. E essa é a mais pura verdade: o coração, sábio, resolve a nossa vida num passe de mágica. Basta a gente acreditar no que ele diz e, principalmente, se permitir.”

sábado, 10 de dezembro de 2011

Sempre tive uma grande consideração, até que um dia eu percebi que ele se tornou o meu melhor amigo... O tempo e a amizade só crescia mais, assim junto a confiança e a liberdade.
 Podia já considera-lo como parte da família, um irmão seilá!
Já fazia um bom tempo de amizade e agente nunca tinha brigado ou se desentendido, digamos assim que a nossa amizade era perfeita sabe?!
 Mas com o tempo as coisas parece que mudaram, não pra mim, pois do meu ponto de vista tudo continuava na mesma, mais as pessoas sempre me diziam que a via algo de diferente no olhar dele por mim, que ele me tratava com mais carinho do que o normal, o jeito que ele falava comigo seilá. Nunca quis acredita nisso, achava tudo um grande bobagem, mas sabe quando mesmo que você não acredite você fica com aquilo na cabeça, pensando por dias na mesma coisa? Não me importa se ele gosta de mim ou não , quer dizer isso importa sim, por que não quero causa sofrimento a ninguém, mas o que mais importa em tudo isso é que a nossa amizade não acabe por isso. Mas se depende de mim isso nunca vai acontece.
  Se eu ainda penso nessa questão, se é verdade ou não? sim, as vezes...A preocupação não é mais tão grande, por que ninguém vai sabe se é verdade ou não, se ele sente ou não algo por mim, então resolvi deixa isso como está. Se ele senti algo por mim de verdade, talvez um dia ele resolva fala, e quando isso acontece, sinceramente eu não sei o que vou fazer ou fala , posso conforta-lo dizendo que já sabia de tudo!

Então e se, para mim, esta amizade fosse a sério?
Então e se eu realmente até gostasse de ti e da tua maneira de ser?
E se eu, por acaso, te achasse uma pessoa importante na minha vida e quisesse ter-te sempre por perto?
Tu nem sequer pensaste no que poderias provocar em mim. Nem sequer te importou!
E se me tivesses magoado demais?
E se eu precisasse mesmo de ti?
Mas não. Tu não te preocupaste. E, felizmente, também não me afectaste assim tanto, porque não sinto tristeza, e muito menos saudades tuas. Para sentir saudades, sinto do Babe. Mas não ganhei maus sentimentos em relação a ti, sabes? Ainda acho que a ideia que têm de ti se deve ao facto de não te conhecerem como eu conheço. E sim, eu conheço-te muito bem. Foste importante no meu crescimento, não me arrependo de ter sido tua amiga e sei com toda a certeza que, caso precisasse de alguma coisa, poderia recorrer a ti. Lá estarias tu para ouvir-me, aconselhar-me, ajudar-me da maneira que pudesses. E ainda acho que és uma pessoa simpática e divertida, embora ninguém queira incluir-te em nada porque "ah e tal, não ia integrar-se". (Nunca te integrarás se não te derem essa oportunidade). E ainda te confiaria a minha vida, se assim fosse necessário porque, apesar de tudo, és provavelmente uma das pessoas em quem mais confio.
Às vezes, quando não estás a ver, fico a olhar para ti e a pensar nas coisas boas que perdemos e que ainda temos para perder. Já não podemos conhecer Lloret em conjunto, porque a nossa amizade acabou. Já não podemos passar uma noite na conversa, porque a nossa amizade acabou. Já não podemos dançar no dia do meu casamento, porque a nossa amizade acabou. E não vais estar presente para comemorar os meus 18 anos, nem a minha entrada na universidade, nem o dia da minha formatura. Tudo porque a nossa amizade acabou. Acabou e pronto.
Mas não sinto saudades.
E não estou triste.
Só tenho pena. Só isso...
...porque a nossa amizade acabou.

“E pela primeira vez, ela sorriu como deveria. Sorriu com o que estava sentindo. Sentiu o que estava sorrindo. Agora sim, ela conseguia sentir aquele gostinho doce, suave. Gosto de se sentir bem. E como fazia tempo que ela não se sentia assim! Estava alegre, com vontade de expelir toda a sua felicidade. Com vontade de mostrar que estava ótima, enfim. Ela achou um jeitinho delicado, silencioso, de demonstrar toda essa bondade que estava dentro desse afável coração. E então, pela primeira vez, ela sorriu como deveria. Sorriu para si, não para os outros. Coisa que ela deveria ter feito há muito tempo.”

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Olhando no espelho noto-me contradição. Observo meus próprios olhos e relembro os tempos em que ainda havia brilho nos mesmos. Observo-os e vejo a tal decepção. Quem imaginaria olhar pra dentro de si mesmo um dia e sentir total agonia. Perdida em meus pensamentos desnorteados deixo escapar-me uma única lágrima como fiz naquela noite de dezembro, permito-lhe e faço com que valha por um milhão. Permaneço aqui na calada da escuridão, observando, observando-me. Permaneço e sinto-me escrava da situação, presa sem rumo ou escapatória prestes a ser devorada em um único bote, por uma única lágrima…
Já deixei de acreditar em tanta coisa, em tantas pessoas. Já deixei de fazer inúmeras coisas, por medo, por me importar mais com o que as pessoas iriam achar, do que se eu queria ou não fazer realmente aquilo. Já quis deixar de fazer algo, mas fiz, só para agradar outros. Já deixei de falar tanta coisa, no momento certo, e já falei tanta coisa, no momento errado. Já procurei tanto nos outros, o que eu sei que só encontraria numa única pessoa. Já tentei, e já desisti. Já desacreditei, e não consigo acreditar mais, de forma alguma. Já chorei, de felicidade, mas de tristeza, e por me sentir perdida. Já procurei tantas pessoas para me ajudarem, mas tantas outras vezes, nunca achei. Já ouvi tantas pessoas, e esperava que essas mesmas, me ouvissem, mas novamente, ninguém. Já fiquei sozinha por tanto tempo, tentando encaixar isso tudo na minha cabeça. Já procurei tantas soluções, só que, não encontrei. E tantas outras vezes, o que se passou pela minha mente, se resumiu em desistir de vez. Contraditório. Disse que já desacreditei, e não consigo acreditar mais. Só que… Mais uma vez, me iludi com essas mentiras. Já ouvi tantos clichês, que me agradaram. Já descumpriram tantas promessas feitas para mim, em estado sã e não. Já cumpriram, poucas vezes, mas cumpriram. E tudo isso, se resume em um, não sei, talvez, tanto faz. Porque, tantas vírgulas, estão transformando isso tudo, em um ponto final.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Nessa  hora que agente percebe o quanto
os nossos pais são importantes para nós!
Não deixe para percebe isso tarde demais, afinal agente pode ser do jeito que somos, mas serão os unicos que nos aceitaram desse jeito, podemos ser ingratos, mal educados e tudo mais, mas eles iram sempre nos perdoa e nos ama do mesmo jeito!


vocês vão deixa saudades *-*
O melhor 9° ano de todos com certeza! Todas as bagunças em conjunto, todas as risadas, zoações foram vividas tão intensamente e que jamais irei esquece de vocês!
amo muuito ♥