segunda-feira, 12 de dezembro de 2011


“E ultimamente eu ando tão assim… Estranha. Tô perdida por aí. Ninguém consegue me achar, ninguém consegue ao menos chegar perto de mim. Estou sentindo falta de mim. Muita falta. Queria muito saber o que houve comigo, e aonde realmente fui parar. Que lugar é esse? Que pessoas são essas? Tá tudo tão diferente. Anormal. Louco. Estranho, como eu. Sem amor, sem paz, sem honestidade. Um lugar tão obscuro, tão inexplicável e tão medonho. Isso aqui tá precisando de uma dose de amor uma dose, apenas? isso aqui tá precisando de um caixa de amor, menina. E de muita coisa… Uma caixa de sentimentos cairia muito bem. Mas, cadê aquela garotinha? Aquela pequena garotinha, aquela lá… Cheia de jeitinhos, modos e gracinhas. Sabe? Aquela que geralmente chamara de “eu”, cadê ela? Aquietou no seu próprio canto. Se fechou, pra tudo e todos. Inventou o seu próprio mundo, aonde não há hipocrisia, onde há sentimentos verdadeiros, onde há sorrisos, onde há sinceridade. O mundo onde não havia ninguém, além de si mesma.”

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